O envelhecimento da população a nível mundial tornou-se um assunto que está na ordem do dia. Um fenómeno traduzido pelo decréscimo da população jovem, resultante da diminuição da taxa de natalidade, e por um aumento significativo da população mais idosa, fruto do aumento da esperança de vida. Um aumento resultante dos avanços tecnológicos aliados ao progresso dos cuidados médicos e à melhoria das condições de vida.
Mundialmente, o número de pessoas mais velhas, já atingiu os 810 milhões, esperando-se que em 2050 alcance 2 biliões. A realidade europeia não é estranha a este fenómeno, com uma percentagem da população idosa superior à média mundial. Neste panorama Portugal não é exceção. De acordo com os dados do último recenseamento (INE, 2012a), Portugal conta com 10 562 178 habitantes, dos quais 2 010 064 são idosos e 1 572 329 são jovens, constatando-se que o número de pessoas com 65 ou mais anos ultrapassa o das pessoas abaixo dos 14 anos. Portugal tornou-se num dos países mais envelhecidos da Europa e do mundo.
Com o passar dos anos, aumenta a vulnerabilidade e fragilidade das pessoas mais velhas, havendo um consequente aumento de patologias crónicas e incapacitantes, com tendência para se agravarem, podendo levar a graus de menor autonomia e maior dependência (DGS, 2004). Surge assim a necessidade de maiores cuidados e acompanhamento destas pessoas, os quais são prestados pelos suportes sociais de apoio formal e informal. Por estes motivos a Seiva desenvolve a sua intervenção junto da Pessoa Idosa.
Saiba mais sobre a nossa intervenção.
